PERSPECTIVAS COM RELAÇÃO AO MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2021

Para 2020 estava previsto um crescimento superior a 20% em relação a 2019, que foi freado devido a pandemia. De fato, muitas pessoas deixaram de fazer a aquisição e adiaram o sonho. 

A boa notícia é que ele poderá ser realizado em 2021, uma vez que o terreno é favorável.

Vamos entender melhor?

MELHORAS EM 2021

A demanda foi reprimida e, quando a economia voltar a funcionar num ritmo entendido como “normal”, possivelmente haverá um crescimento nas vendas de imóveis.

Existe algo que precisa ser considerado: durante a quarentena as pessoas passaram a ficar mais tempo em suas casas, ou seja, perceberam como é importante morar bem.

Por isso, o sentimento de necessidade de aquisição ou mudança de imóvel ganhou força.

A perspectiva para 2021, portanto, é que o crescimento previsto para 2020 seja visto ao longo deste ano.

As construtoras e incorporadoras devem fazer novos lançamentos e o número de interessados tende a crescer.

A tendência é que o cenário continue positivo nos anos seguintes, com avanços também em 2022 e 2023, quando o mercado imobiliário deverá atingir o mesmo patamar que estava em 2010.

FLEXIBILIZAÇÃO NO ANO ANTERIOR

Em 2020, a Caixa Econômica Federal, maior banco de empréstimos habitacionais do país, prolongou o pagamento de parcelas dos financiamentos.

Contudo, houve a cobrança de juros e taxas para quem optou por essa flexibilização.

Isso certamente é algo que reflete no cenário encontrado durante este ano, mas, ainda assim, não torna as previsões negativas.

TAXA SELIC

A Taxa Selic atingiu o menor patamar da história em 2020 e novos cortes não são impossíveis.

O índice é mantido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

Em agosto de 2019 marcava 6,5%, no fim de 2020 chegou a 2%.

O Relatório de Mercado Focus aponta que a Taxa Selic não passará de 2,75% em 2021 e em 2022 poderá atingir até 4,50%.

Portanto, se a previsão se confirmar, o cenário é positivo para o mercado imobiliário em 2021, já que a taxa de juros para os financiamentos continuará baixa.

Assim, mais famílias poderão realizar o sonho da casa própria e se interessar pela aquisição de imóveis.

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